Rinite Alérgica

Rinite Alérgica

A Rinite Alérgica tem um componente genético, ou seja, se ambos os pais têm rinite alérgica o filho estatisticamente tem uma chance de 50% de também ter rinite alérgica.
Segundo a OMS de 30% a 40% da população mundial tem rinite alérgica. Apesar desta patologia não ser um risco a vida para o paciente este sofre uma imensa perda da qualidade de vida.
A própria OMS afirma que a única forma de alterar o curso de uma patologia alérgica é utilizando a imunoterapia. Então, o que fazer? Como fazer? Como avaliar?
A imunoterapia para Rinite Alérgica. Primeiro devemos determinar se o paciente realmente tem uma alergia. Para fazer isso podemos aplicar os testes de puntura utilizando os antígenos mais comuns tais como ácaros, fungos, bactérias e pólens, os resultados destes testes devem ser concordantes com o histórico médico. Como avaliar?
As reações aos antígenos testados são um bom indicativo de como iniciar a imunoterapia, ou seja, a escolha dos antígenos, de suas concentrações. Quanto maior a quantidade do antígeno preponderante melhor. O melhor esquema é aquele que conseguiria reduzir os efeitos das reações alérgicas, mas que não comprometesse a imunoterapia. Este esquema terapêutico pode ser feito da seguinte forma: primeiro utilizamos uma formulação padrão contendo 40% de ácaros + 30% de Fungos do Ar + 20% de Poeira Ambiental + 10% de Germes do Trato Respiratório Superior na forma de spray nasal, está formulação aplicada diretamente nas mucosas das vias aéreas vai estimular a produção de IgA.
A IgA vai impedir que os antígenos que desencadeiam os sintomas da rinite alérgica sejam ativados. Enquanto, o paciente está fazendo uso deste medicamento, ele deve concomitantemente iniciar a imunoterapia clássica utilizando as vias sublingual ou subcutânea (Consultar a sessão de Imunoterapias).
Mas porque devemos utilizar a Imunoterapia Clássica se a Imunoterapia Intranasal está funcionando. Apesar da Imunoterapia IntraNasal reduzir a quase zero a sintomatologia esta é dependente do uso contínuo dos antígenos na forma de spray nasal, ou seja, esta forma de aplicação não induz os mecanismo de IgG 4 que serão os mediadores da regulação das reações alérgicas impedindo seu desencadeamento a longo prazo e consequentemente a gradativa redução dos sintomas e melhora da qualidade de vida.





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