Perguntas Frequentes

Este é um termo que faz referência a utilização de substâncias que possam alterar as atividades das células do sistema imunológico de tal forma que suas células saem de um estado de estase e passam a desempenhar as funções a que foram destinadas, mas não somente isso, melhoram e intensificam o sistema de reconhecimento e “testagem” do próprio e não próprio.

Beta-1-3-Glucana

Beta-1-3-Glucana é um imunoestimulador extraido de leveduras (Saccharomyces cerevisiae), ao contrário dos anteriores este é um açúcar e não uma proteína. Seu principal nível de modificação do sistema imunológico é aumentar a resposta inata, sem indução de danos causados pelas citocinas pró-inflamatórias. Além desta diferença, seus efeitos na indução da resposta inata são sistêmicos ao contrário do Lisado de C. parvum.
Todos os imunoestimuladores citados acima tem apresentação injetável, sendo que alguns podem ser utilizados também na forma oral (sublingual), no entanto, sua eficácia e rapidez serão maiores na forma injetável.


Perguntas frequentes
Imunoestimulação

A candidina pode ser usada como um imunoestimulador não-específico de forma geral, por isso este antígeno esta presente em boa parte das Imunoterapias utilizadas no Brasil.
O Lisado de Corynebacterium parvum que atualmente tem a nova nomenclatura de Propiniumbacterium acnes pode ser utilizado como um imunoestimulador principalmente do sistema inato, pois estimula macrófagos e células NK. Portanto, sua aplicação como adjuvante em infecções e em infecções bacterianas de repetição é utilizada com frequência.
O dimicolato de trealose, conhecido como Extrato Metanólico de BCG, é uma fração proteica da parede celular do Bacilo de Calmett-Guerin. Este imunoestimulador é de amplo espectro causando alterações em todo o sistema imunológico, tem capacidade imunogênica, ou seja, causa mudanças rápidas. Seu uso é direcionado a casos em que a recuperação da atividade imunológica é necessária de forma rápida. Pode ser utilizado como adjuvante em terapias para neoplasias.

Este também é um termo polêmico, mas a explicação é bem simples, mas para isso precisamos imaginar algumas situações. Uma o paciente apresenta infecções de repetição porque seu sistema imunológico não esta defendendo seu organismo de forma adequada, em outro caso o paciente tem infecções de repetição porque seu sistema imunológico esta ativo demais, e esta reagindo de forma agressiva a presença de organismo que fazem parte de nosso microbiota típica.
Para ambos os casos utilizamos um Imunoestimulador, o primeiro paciente se beneficiará porque suas células de defesa serão re-estimuladas a desempenhar suas funções inatas. No segundo caso também utilizaremos um Imunoestimulador, só que neste caso as substâncias imunoestimuladoras funcionarão como imunomoduladoras, ou seja, re-modelarão as atividades do sistema imunológico ao seu nível standard.
Portanto, não há diferença entre Imunoestimulador e Imunomodulador, a susbtância é a mesma o parâmetro diferencial é o próprio paciente ou melhor o sistema imunológico do paciente. Atualmente o que é comercializado no Brasil são as apresentações injetáveis (subcutânea), oral (sublingual) e na forma de Spray Nasal (intranasal). Em outros países temos ainda a apresentação na forma de tabletes que são colocadas abaixo da língua até que seja absorvido.

Quando estamos falando de imunoterapia no sentido de ser dessensibilizante, ou seja, doses crescentes aplicadas em intervalos periódicos com a intenção de alterar o curso da patologia alérgica, a única forma de avaliar o sucesso é avaliar a melhora clínica dos sintomas.
Mas quando estamos falando de imunoterapia de imunoestimulação, em que o objetivo é estimular ou modular as respostas imunológicas, um teste essencial é o teste que avalia a imunidade celular. O teste é bem simples, é realizado antes da imunoterapia de estimulação e durante a imunoterapia. O procedimento será descrito pormenorizado nos testes de imunidade, a priori, é injetado de forma subcutânea o volume de 0,1mL de uma substância que sabidamente os humanos devem ter células de memória.
As substâncias com melhores resultados são a candidina e o PPD (Proteína Purificada Derivada do Mycobaterium tuberculosis ou do Mycobacterium bovis).






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