herpes

HERPES

Labial e Genital (HSV I e HSV II)

As primeiras informações que precisamos saber é de que o os vírus que causam a Herpes tanto genital quando labial é diferente do vírus que causa a patologia Herpes-Zóster (popularmente conhecida como cobreiro). Esta patologia vai atingir uma em cada 3 pessoas, que tiveram catapora ou contato com o vírus varicela zoster. Este não é o assunto do tópico, então, não me estenderei, no entanto, existe uma vacina sendo comercializada, e uma análise preliminar fica claro que os benefícios em relação ao grupo placebo margeiam a causalidade estatística. O custo não é um fator que possa ser descartado.
Atualmente existe uma vacina em teste ( GEN-003 ), no entanto, a proposta desta vacina é a mesma a qual temos a disposição e já utilizamos a décadas.
Os vírus do Herpes são neurotrópicos e neuroinvasivos estes vírus são constituídos de DNA e não RNA. Não estenderei o assunto sobre a biologia molecular.
A terapia oferecida atualmente é baseada em um princípio simples, se o vírus apenas se manifesta quando existe uma janela de oportunidade, ou seja, quando o sistema imunológico tem algum desequilíbrio que resulta em redução de sua capacidade de efetividade. Há inúmeros fatores que pré-dispõem a este quadro, entre os quais podemos citar, estresse, desequilíbrio hormonal, ansiedade, exposição longa ao sol, bronzeamento artificial, medicamentos imunossupressores, excessivo uso de corticosteroides. Há fatores que são difíceis de determinar, mas que terão como resultado uma inércia imunológica.
Quando isso acontece o vírus HSV I ou HSV II iniciam o processo de replicação, que basicamente é utilizar o maquinário metabólico da célula para construís as partes que serão montadas em novos vírus. Ao nível histológico, ou epidérmico, ocorrem as vesículas dolorosas e típicas do herpes.
Na terapia proposta pela Anthygenus utilizamos proteínas de ambos os vírus associadas ao que existe de mais eficaz e moderno em imunoestimulação inata e adquirida. A dinâmica nesta terapia é de que as proteínas virais vão estimular a produção de manutenção das populações de linfócitos B que serão capazes de identificar e apresentar o HSVI e HSVII ao sistema imunológico mais rapidamente, tornando o combate à infecção mais rápido e efetivo, mantendo mesmo que por um período ao longo de alguns anos os vírus confinados em seus sítios originais. O prazo estimando é de 2 anos podendo ser bem mais extenso.
Como proceder com pacientes que tem pouca ou nenhuma melhora das recidivas? Nestes casos fatores intrínsecos e extrínsecos estarão envolvidos, boa parte dos quais estão relacionados ao tipo de hábitos psicossociais que na maioria dos casos será de difícil percepção pelo médico assistente e muitas vezes o paciente não esta disposto a abandonar.





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